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sexta-feira, 17 de abril de 2009

A outra história


Assisti ao filme "A Outra" por acaso, parei nele enquanto zapeava. A história versa sobre o já batido tema "Henrique VIII e suas mulheres" mas sob um novo ponto de vista. Eu nem sabia que ele havia tomado como amante primeiro a irmã mais nova de Ana Bolena, Maria, com quem teve o tão desejado filho varão. Teve mas desprezou, já fascinado pela mais velha.

Logo no início tomamos conhecimento da ambição desmedida da família das moças, capaz de orquestrar o envolvimento do rei com a jovem Ana, a custa de sua dignidade, em troca de favores e regalias. Sou particularmente fascinada por essa passagem histórica, a rainha dos mil dias, inteligente, manipuladora e decapitada.

Mas fiquei viajando em uma das cenas. O rei visita as terras dos Boleign para ter seu interesse despertado por Ana, o que de fato acontece. Mas a moça abusa de sua impulsividade e acaba provocando um pequeno acidente que faz com que o rei se veja sob os cuidados de Maria, recém-casada, tímida e ingênua. Pronto, aí tudo desanda.

Me ocorreu que sem este incidente provavelmente Ana e Henrique teriam se tornado amantes, e ela acabaria por conseguir um casamento com algum nobre ao ser preterida, como era a intenção inicial da família. Mas o desenrolar dos fatos a leva à corte francesa, de onde volta ansiando por mais, não se contenta com nada menos que a coroa, e assim provoca o rompimento da Inglaterra com a igreja católica.

É, essa moça fez história. Sua força era tanta que, mesmo acusada de incesto e traição e condenada a morte, conseguiu convencer o rei a trazer um carrasco da França para ser executada com a espada e não com o machado, alegando que uma rainha não deveria se curvar diante de ninguém.

Por mais que saiba que é impossível, sempre que leio sobre Ana Bolena ou vejo algum filme sobre ela, torço para que sobreviva... Nonsense total.




quinta-feira, 5 de março de 2009

Onde eu não tive vez


Estou me sentindo muito burra.

Ontem assisti a "Onde os fracos não têm vez". Noooooossa, detestei. Uma carnificina orquestrada por um psicopata às voltas com um caçador retardado. Fiquei o tempo todo esperando o confronto entre os dois, e... Total anti-clímax! O xerife, Tommy Lee Jones, que eu adoro, nada acrescentou.

Quando entraram os créditos, fiquei esperando que algo mais acontecesse. Estou esperando até agora.

Mas estou me sentindo burra. As críticas são ótimas. Posso até não ser burra, mas estou contra a corrente...

terça-feira, 3 de março de 2009

Guerra dos Mundos


Só tenho uma coisa a dizer. Chato. Esperava mais. E se eu não tivesse dormido no meio?

sábado, 31 de janeiro de 2009

Pequena frustração


Gosto muito da Hilary Swank, já há algum tempo queria ver P.S. : Eu te amo. Consegui ontem, depois da meia-noite, quando o silêncio finalmente impera em minha casa.

Mas fiquei um tantinho decepcionada, achei chatinho. A introdução não foi suficiente para ilustrar um amor intenso a ponto de fazer um jovem moribundo planejar de forma tão minusciosa a vida da futura viúva...

Mas pior que perder o marido aos 29, morar num pequeno apartamento, ter um emprego entediante e uma mãe dominadora é aturar por quase duas horas de filme um "grudento" apaixonado e maaaaaaaala... Desse jeito, melhor esperar as cartas do além.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Os Outros


Zapeando ontem a noite me deparei mais uma vez com o filme Os Outros. É muito sinistro... Não consigo deixar de ver, sempre que passa assisto do momento em que pego.

E a ansiedade é sempre a mesma... A palidez daquelas crianças, a beleza quase quebrável da Nicole Kidman e o ar soturno da governanta são apavorantes... E as fotos dos mortos no século XIX? A mansão sombria, cortinas fechadas, portas, portas, portas e mais portas. O desespero daquela mãe se mistura aos meus sentimentos, culminando na dor do arrependimento de um ato tresloucado.

Desejo com eles que aqueles intrusos vão logo embora e os deixem em paz, em casa.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A Rainha


Numa dessas noites em que passo a madrugada acordada, parei para assistir ao filme A Rainha. Ao final fiquei com a curiosidade de saber como o terá recebido a família real inglesa.

Não tenho o que dizer da atuação da Helen Mirren, parece que estamos vendo a própria Elizabeth II. O ator que interpreta o Tony Blair, também impecável. Não imaginava como ele havia sido importante no rumo que aquela semana retratada tomou. O príncipe Charles tem a mesma aparência de bobo da corte, e a grande decepção fica por conta das personalidades imputadas à rainha mãe e ao Duque de Edimburgo, duas malas...

Impressionante mesmo é lembrar o quão marcante foi a princesa Diana, quer na vida ou na morte, já não mais ostentando esse título. But who cares about that? Penso que muitos dos que viram o filme devem ter se lembrado do que estavam fazendo ao saber da notícia. Eu estava em casa, a noite, quando o plantão do jornalismo avisou sobre o acidente em Paris. Logo passei para a CNN, aquela sensação de incredulidade, certeza de que nada aconteceria com aqueles carros cheios de dispositivos de segurança.

Mas a notícia fatídica veio, e foi um soco no estômago comparável à morte do Ayrton Sena. O dia 31 de agosto amanheceu ensolarado, mas deixando a sensação de que estava sendo o cenário de um fato histórico. E foi. O marco do trágico fim de ato desse drama da vida real, em que a plebéia desbancou a realeza britânica...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Homem de Ferro

Passei minha primeira tarde do ano assistindo a "Homem de Ferro" no pay per view. Meu marido estava querendo há alguns dias e eu adiando, hoje concordei para não ser chata.

Mas gostei muito! Não fazia idéia nenhuma da história, que era um personagem de quadrinhos. Acho esses filmes um tanto cansativos, com exceção da série do X-Men, que eu adoro. Mas o roteiro deste é eletrizante, o ritmo não pára, os efeitos especiais são ótimos e o super-herói tem um senso de humor sarcástico, além de não ser flor que se cheire.

Cinema bem pipoca, do jeito que eu gosto. E aguardo a continuação!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Sobre E.T.

Vi E.T. pela primeira vez aos doze anos. Lembro da impressão que me causou, de ver várias vezes, saber as falas de cor. Cheguei a ficar encantada pelo Elliott... A música até hoje me faz chorar, é daquelas que tocam fundo.

Sei que estou correndo o risco de parecer brega, mas outro dia assisti ao filme novamente, e tirando toda a análise crítica dos meus 38 anos, os efeitos especiais para lá de ultrapassados e uma estética bem anos 80, posso dizer que a história ainda me emociona... Estou esperando por uma nova reprise para ver com minha filha, quero ver o que sua cabecinha de cinco anos vai achar...

Chicken Little

São 24:53h. Por algum motivo que desconheço está passando "Chicken Little" no Disney Channel. Tudo bem que o canal é infantil, mas filminhos de animação deveriam passar mais cedo...

No momento tem um porco gigantesco cantando "Don't Go Breaking My Heart"...