Mostrando postagens com marcador Músicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Músicas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mais um mico musical


Parece que isso não tem fim, de vez em quando lembro de mais algum:

- Foi numa festa cheia de cuba libre... (O gelo passou longe!)

domingo, 15 de março de 2009

Mais uma


Eu devia ter uns sete anos quando passou a novela "Maria, Maria", e um dos temas musicais era Romaria. E eu cantava assim:

"Sou caipira pirapora nossa senhora desaparecida..."

Que fofa...

sábado, 14 de março de 2009

Upgrade


Sou fã da Ana Carolina. É uma mulher inteligente, bonita, boa compositora, linda voz. E assistindo a uma entrevista sua, descobri que felizmente também tem um bom poder de convencimento.

Ela falava sobre a música Nada Pra Mim. Quando o autor lhe mostrou, os últimos versos da canção eram algo assim:

"Tinha um jogo de botão
E promessas nas mãos"

Como assim??? Um jogo de botão?

De leve, ela sugeriu um novo desfecho, e convenhamos que deu um bom upgrade:

"Tive você na mão
E agora tenho só essa canção"

Êêêêê, muito bem, dona Ana!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Aos filhos de leão


Para leoninas queridas:

Aos filhos de leão

Oswaldo Montenegro

Cada diamante ama o sândalo e o cravo
Ama o ouro, e alaranjado
O globo azul rodeia o sol
Cada diamante imita a mágica
Das tropicais florestas
Onde reina o leão,
Deus dos animais
Cada brilho seu reflete o coração dourado
O fogo, o poder, a vitalidade, o pai
Cada raio seu forma uma rua
Que vai dar na luz da lua
Doces caminhos astrais

Aos filhos de peixes


Sempre me identifiquei com essa música, me enxergo em cada verso:


Aos filhos de peixes

Oswaldo Montenegro

É peixe quando pula e descortina
A clara possibilidade de mudar de opinião

É peixe quando sem ligar a seta, muda o rumo
Inverte a coisa, embola o pensamento e então ...

É peixe quando o germe da loucura
Se transforma em claridade e anda pela contramão

É peixe quando anda no oceano de quarenta correntezas
Sem nenhuma embarcação

É peixe quando salta o precipício da responsabilidade
E tem uma queda pra ilusão

É peixe quando anda contra o vento, desafia o sofrimento
E carrega o mundo com a mão

É peixe quando a luz do misticismo
Se transforma na procura do princípio e da razão

É peixe quando anda no oceano de quarenta correntezas
Sem nenhuma embarcação

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Chove, mas como chove...

Chove horrores no Rio de Janeiro. Aquela árvore que eu gosto tanto parece querer invadir minha janela, me lembra agora o salgueiro do Harry Potter. Não resisto à tentação de citar Cocoricó:

Chove, mas como chove,
Chuva, chuvisco, chuvarada,
Porque é que chove tanto assim?
Quando chove
A terra fica molinha
A grama fica verdinha
E eu fico todo molhado
Com o pé na lama
Meu nariz tapado
Minha avó me chama
Menino, vem cá, vem tomar chá
Vem comer bolo de cenoura
Com cobertura de chocolate quente
Bom, muito bom, muito mais do que bom, é excelente
Oh, que tarde tão bela
Banana quente no forno com açúcar e canela
Chove, chove, chove, deixa chover
Enquanto tiver bolo de cenoura a gente nem vai perceber
Chove, chove, chove, deixa chover
Comendo banana quente a gente nem vai perceber!

Tem imagem melhor pra um dia de chuva que o cenário descrito na música?

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Tocando em frente


"Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei,
Eu nada sei..."

Essa música é como um salmo para mim. Letra tão simples mas tão cheia de significado...

"Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente..."

Esses versos me tocam o coração como se tivessem sido escritos para mim e para todos que já viveram muitas incertezas, que vierem, incomodaram e se foram.

"É preciso amor pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir..."

É preciso o tempo para curar nossas feridas...

"Cada um de nós compõe a sua estória
E cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz..."

Não somos nada além do que carregamos dentro de nós. Deixamos nossa marca no mundo através de nossas ações, e por elas seremos lembrados. Não é maravilhoso o livre arbítrio? Saber que no final das contas a decisão é nossa somente?

Simples e sábio Almir Satter!