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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Hey, girls!

Pra não dizer que não falei em coincidências: parece que duas das minhas três leitoras assíduas (rs...) que também são blogueiras estão tão assoberbadas quanto eu, e certamente um tantinho e tristemente sumidas, aparecendo de vez em quando.

Meninas, precisamos retomar força total!!! Estou com saudades!!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Mesquita

Nossa! Ando sem tempo... Passei por aqui para dar uma pincelada em um assunto que gosto: coincidências.
Meu marido estava me levando para o trabalho ontem pela manhã enquanto falávamos com uma amiga ao celular. Ela dizia:
- Estou a caminho de Mesquita...
- Ih, nem sei onde fica... Mas eu estou na rua Barão de Mesquita! Rs...
E estava mesmo passando por ali.
Chegando ao meu destino meu marido pediu, como sempre, que eu lhe comprasse o desjejum na lanchonete da esquina. Quando voltei com a encomenda, ele estava rindo sozinho:
- Olha a placa daquele carro ali!
Adivinham de que cidade era? Isso aí, Mesquita...
Sempre acho que meus dias serão auspiciosos quando começam com essas pequenas coincidências. E este foi bom mesmo.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Número da sorte?

Mais uma coincidência, vim postar rapidinho.

Estava pesquisando sobre aposentadoria especial do servidor público, e me deparei com uma determinada data de publicação de parecer no diário da justiça. Enquanto esmiuçava a busca, uma colega veio devolver um protocolo de pedido de certidão de tempo de serviço que fiz junto à Secretaria de Estado de Saúde.

Olhava o papel distraidamente enquanto ela me explicava alguns procedimentos que devo tomar quando me deparei com a data de abertura do processo, absolutamente a mesma do parecer que eu pesquisava, dia mês e ano!

Gente, tenho que sair daqui e comprar um bilhete da loteria federal ou coisa que o valha correndo! Será que fico rica hoje?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Dispostivo de retenção


Bom, é sabido que adoro coincidências. Aí vai mais uma.

Estava estudando para aquela provinha boba de renovação da habilitação para quem dirige desde antes de 1998. Empaquei no termo "dispositivo de retenção" de uma das questões do simulado, relativa ao transporte seguro de crianças em automóveis. Fiquei imaginando as pobres amarradas aos bancos traseiros, como pacientes contidos aos leitos hospitalares por perda de lucidez.

Nesse meio tempo chega em casa uma encomenda que havia feito pela internet, uma cadeirinha para minha filha mais nova andar de carro. Distraidinha, pensando na prova, dou uma olhada para a caixa a minha frente e numa baita tarja preta leio: "dispositivo de retenção"! Adorei, mesmo me sentindo um tanto idiota por não ter ligado o nome a pessoa antes. Melhor ainda foi ter acertado a questão sobre o tema, que de fato caiu na prova...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sorte


Mais uma coincidência.

Semana passada minha filha menor começou com uma febrinha; suspeitei logo de infecção urinária, e fiz o exame. Este acusou uma pequena alteração, já confirmando minhas suspeitas. Porém, dias depois se constatou que a febre era devida a uma virose que lhe cobriu o corpo de pintas.

Ou seja, bendita virose que me fez descobrir e tratar precocemente a infecção urinária!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Nariman

É engraçado, ontem enquanto assistia ao noticiário pensava naquela paranaense que teve que fugir grávida do Líbano, e felizmente teve a ajuda da embaixada brasileira na Turquia, acho. Estavam falando sobre o primeiro bebê do ano, e lembrei que o dela já deveria estar pestes a nascer. Pouco depois mostraram uma reportagem sobre sua filhinha, fofa, recém-nascida. Adoro essas coincidências!

sábado, 27 de dezembro de 2008

Nem preciso de São Longuinho


Descobri que minha mãe tem um talento especial para encontrar coisas.

Outro dia minha mais nova perdeu o brinquinho de ursinho. Já tinha desistido de achar quando minha mãe bateu o olho em algo brilhando no chão da cozinha e... Lá estava ele! Fiquei feliz, já pensando em arrumar outra tarracha, e antes de concluir o pensamento, bingo! Tarracha encontrada!

Há umas duas semanas dei falta de um crucifixo de ouro que ficava preso à uma pulseira. Olhei na bolsa, pelo chão, sem muita convicção e deixei pra lá. Pois bem, não é que o danado estava na estante da minhã mãe?

- Mãe, você achou meu crucifixo???

- Ah, é seu? Encontrei no churrasco do M., perguntei se era de alguém, mas não encontrei o dono e trouxe para casa...

Coincidência demais, né?

Só pra completar: peguei o danado e fiquei com ele na mão fazendo algumas coisas pela casa e perdi de novo. Preciso dizer quem achou?

sábado, 22 de novembro de 2008

Mais um presente

Bem, e já que nada acontece por acaso, depois do episódio de ter saído com os produtos da loja sem pagar, pensei em dar o valor dos mesmos a alguém que precisasse, R$ 50,00. Fiquei com isso na cabeça e não comentei com ninguém, fiquei esperando a oportunidade.

E ela surgiu rápido. Estava no CTI evoluindo alguns prontuários quando ouço a secretária, moça humilde, ao telefone: "é, não sei se vai dar para fazer a festa da minha filha, faltam R$ 50,00..." Caramba! A menina tinha a mesma idade da minha, nasceram no mesmo mês. Não preciso dizer que ela teve a sua festinha, né? Mais um presente da tal loja...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

By bus


Sabe quando alguém fala alguma coisa que você nunca tinha ouvido antes e num curto espaço de tempo aquele assunto volta?

Ontem no trabalho uma assistente social estava querendo saber de um ônibus que passasse pela Leopoldina e pela Cruz Vermelha. Puxei da memória um 233 e um 606, sem convicção, só pra tentar ajudar.

Não é que hoje de manhã, esperando para atravessar a rua, me pego olhando para o letreiro de um ônibus parado no ponto, daqueles que ficam mudando para indicar o itinerário: leopoldina-central-cruz vermelha-lapa-glória...

Vou passar a prestar mais atenção a essas pequenas coincidências para contar aqui.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Coincidências?


Estava eu correndo para pegar o 409 (...) quando o danado resolve parar fora do ponto e vai embora ignorando meus acenos! Momento para pensamentos não muito simpáticos em relação ao motorista e resolvi entrar na farmácia próxima para beber alguma coisa (é, na farmácia mesmo, essa tem uma geladeira com água de côco, mate e refrigerantes). Assim que passei pela porta ouvi alguém me chamar: "moça, me ajuda, estou com dor, me dá um remédio!" A gente já fica meio desconfiada com essas coisas; olhei e lá estava uma mulher de meia-idade, suja, os olhos cheios de remela e uma expressão de quem realmente sofria. Bom, não me pediu dinheiro, resolvi comprar o analgésico pra ela. Assim que entreguei o medicamento ela me agradeceu, e mal eu havia dado 2 passos lembrei que ela não tinha nada para ajudar a engolir o comprimido. Me voltei e... cadê ela? Sumiu como fumaça...

Comecei a pensar nas coincidências que me fizeram perder o ônibus, resolver ir à farmácia e atender ao pedido daquela mulher. Foi puro acaso ou uma conjunção de fatores para atender a uma determinada necessidade? Ainda vou voltar muitas vezes a esse assunto.